Anac cobra explicação da Portela por uso de drone tripulado na Sapucaí





A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) oficiou a escola de samba Portela e a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) após um integrante da agremiação “voar” pela Marquês de Sapucaí em um drone gigante. Em nota, a agência disse que a Portela tem 10 dias para encaminhar as informações solicitadas.


Veja o momento:





No comunicado enviado ao Metrópoles, a Anac disse: “A norma (RBAC-E nº 94) define, além da proibição do transporte de pessoas, que o operador de drones precisa respeitar uma distância mínima de 30 metros horizontais e o piloto não pode, em hipótese alguma, colocar vidas em risco.”

“O limite de 30 metros não precisa ser observado caso haja barreira mecânica suficientemente forte para isolar e proteger as pessoas não envolvidas na eventualidade de um acidente. Entretanto, não foi o que se viu na Marquês de Sapucaí na madrugada desta segunda-feira (16)”, completa.


“A Anac oficiou tanto a escola quanto a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), solicitando o apoio no reforço às instruções relacionadas à proibição do uso de drones tripulados. A Agência também solicitou que a escola informe o modelo do equipamento utilizado, número de série, comprovação de registro do equipamento junto à Anac, dados do piloto remoto da aeronave. A Portela tem dez dias para encaminhar as informações”, finaliza.


Em resposta ao Metrópoles, a Liesa disse: “Até o momento, não recebemos nenhuma notificação sobre o tema”. A Portela ainda não comentou sobre o tema.






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